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  • Shalon Rocha

Neuroscience and Communication


Neuroscience and strategic communication as a tool for organizational growth

Any company that wants to be successful in their projects acknowledges the importance and relevance of an effective communication. Strategic communication has always been the primary management tool for organizational interactions to ensure task excellence. The speech structure, how it is coded and communicated, and through which channel the message is conveyed are intrinsic factors to develop meaningful interaction.

In the last years, neuroscience has taken an even bigger step in this area. Neuroscientists have invested time and resources to understand what happens in the brain under the influence of different scenarios, in order to empower leaders to better lead and manage their group.

Through self-awareness, leaders can develop emotional intelligence, which is the ability of identifying emotions and their triggers in order to strategically create a conscious and rational response to the different scenarios. As we become more aware of ourselves we can develop empathy as noticing and connecting through the same emotional factors in/with another individual.

The ability can become a powerful business tool which I like to call: Communication Intelligence. Empathy and good relationships build trust among professionals and cause hormonal and organic responses with release of oxytocin, for example, which is a hormone responsible for greater connection, bonding and fidelity. This is the same hormone released in a mother's and her child's bodies during breastfeeding and during birth. Oxytocin also lowers the level of cortisol, known as the stress hormone, decreases the risk of heart attacks, strokes and physical and emotional exhaustion. With some concepts of brain functioning, leaders can improve everyone's performance, reduce stress levels during challenging times, promote better integration, interaction and negotiation in companies.

Shalon Rocha Author of the book "The Seven Keys of Goal Achievement", speaker and trainer who specializes in communicative intelligence, goal achievement and strategic leadership. He works in Brazil and in the United States assisting several companies and executives to achieve high performance and success both personally and professionally.

A neurociência e a comunicação estratégica como ferramenta de crescimento organizacional

Qualquer empresa que deseja alcançar sucesso nos seus projetos reconhece a importância e relevância de uma boa comunicação. Comunicação estratégica sempre foi a principal ferramenta de gerenciamento e regimento das interações organizacionais para garantir a excelência nas tarefas. A estruturação do seu discurso, a forma como o mesmo é codificado e comunicado, e através de que canal a mensagem é emitida são fatores intrínsecos para se desenvolver uma interação inteligente.

Nos últimos anos, a neurociência tem nos feito tomar um passo ainda maior nessa área. Neurocientistas têm investido tempo, esforços e recursos para compreender o que acontece no cérebro sob a influência de diversos cenários, a fim de empoderar os líderes de projetos a conduzir efetivamente o seu grupo.

A partir do autoconhecimento, os líderes podem desenvolver inteligência emocional, que é a habilidade de identificar as próprias emoções e gatilhos emocionais emitindo uma resposta de forma racional e bem consciente aos mesmos. Com essa habilidade, a empatia em perceber os mesmos fatores emotivos em um outro indivíduo, o comunicador passa a ser munido de uma ferramenta estratégica e bem influente: a inteligência comunicativa. Empatia e bons relacionamentos desenvolvem confiança entre os profissionais e causam reações hormonais e orgânicas com a liberação de oxitocina, que é um hormônio responsável pela maior conexão, vínculo e fidelidade. Esse é o mesmo hormônio liberado no corpo da mãe e da criança durante a amamentação e no momento do nascimento, por exemplo. A oxitocina também diminui o nível de cortisol, conhecido como hormônio do estresse, diminuindo o risco de ataques cardíacos, acidente vascular cerebral e esgotamentos físicos e emocionais. Atrelado a alguns conceitos do funcionamento cerebral, os líderes podem melhor gerir os relacionamentos, diminuir o nível de estresse em momentos desafiadores, promover melhor integração, interação e negociação nas suas empresas Shalon Rocha Autor do livro "As sete chaves para o alcance de metas", palestrante e trainer especialista em inteligência comunicativa, alcance de metas e liderança estratégica, atua no Brasil e nos Estados Unidos auxiliando diversas empresas e executivos a terem alta performance e sucesso nos âmbitos pessoal e profissional.


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